Desamor de um bar.(paixão etílica.).
Quem sentiria a falta?
De um intérprete que bebe,
Ao seio da escuridão uma flor alva.
Quem sentiria a falta
De um sorriso
De uma garçonete
Quem abandonaria o paraíso?
Quem estaria a pensar?
Nos meus medos e na vertigem,
Que move o mundo e congela o lar.
Aonde vive...
Quem amaria
Um garoto triste
Largado num bar?
Quem moveria as peças
Desse jogo tão conhecido
A corda que suspende
O peito reprimido?
Quem perderia o juízo
Quem escreveria o verbete
De felicidade em um poema carpido?
Quem beijaria o louco?
E sentiria o amargo gosto
Da verdade.
Quem abandonaria o pouco
E sentiria no rosto o sopro
Da saudade?
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O vazio e unidade juntaram-se
Ao ponto de partida de uma chegada inesperada
Cerveja gelada dois copos de bebida
Ferida esquecida caipirinha e cachaça.
O vazio e a unidade resolveram,
Ao ponto de uma chegada para uma partida futura,
Partida repleta de devaneios e pequenas repartições
O vazio mostrou o nada, e a unidade as ilusões.
O vazio e a unidade beberam,
Discutiram argumentaram e discutiram
E há quem diga que entre o primeiro e o terceiro cigarro
Eles evoluiram.
Volles leben, volles leben.
Pakah !
Débiteur, cher poète!
ResponderExcluirDebiteur.
:*