segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dark roads and an empty sky.

Not so sure the way I have to go,
Not missing any stars that could show.
I'm feeling a branding new old.

Not too slow, not on fire
I just wanna know, what is mine?
Cus' all I have left
Is a dark road and an empty sky.

Cus' you will not go,
Tell me girl, do you love me so?
Oh, anywhere or any soul?

Just tell me,
Cus' time is passing by,
And I feel the same feelings,
Just a dark road and an empty sky.

Oh lady, lady please go,
Please stay, please go,
Please tell me you love me so
Then leave me

Cus' all of the dark roads and the empty sky
They'are all a part of mine.

Farewell.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Volles leben.

Lúcifer.

Anjo do arrependimento,
Portador da luz sombria
Luz que a verdade escondia
Nas nuances do sofrimento.

Anjo caído, altivo
Aquele que guarda sob o pano
A imagem pura do engano
Anjo protetor do limbo.

Um momento, um soneto
A t Lucifer eu dedico
Portador da luz eu lhe vejo,

Anjo caído, ambíguo
Protetor de toda a verdade
Portador da nossa dualidade.


O mais humano dos anjos.



Au revoir

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Alleine

Sem título

O sentido do silêncio fica raro
As minhas palavras tão frias
Como pedaços de um jarro
Que se partia

E você, inocente
Apenas mais uma criança
A cruzar o destino
Deste pobre drama

Você aguentaria?
Meus medos, minhas dores
Caindo sobre seu seio de menina
Outrora coberto de flores
(Que não existiam)

Então,
Você ficaria ao meu lado?
Na morte em que nos traria
O nosso próximo encontro
Você sofreria?
Não, que sonho inocente
Esse homem inteligente não ama.

Muitas lágrimas e algumas vitórias.

Não adianta eu tentar ser o que não sou, não adianta fugir para um abrigo sem teto e sem paredes, apenas pra dizer que estou dentro.
Porque o que me persegue, vem lá do fundo. É avassalador e dominante, não deixa chances para uma possível fuga.


Suicide.

Without a faith, without a reason
Your spirit seems to walk away
But you soul stay in this prision
Tell me something to stay

Give me something to fight for
A kiss, a love, or something more
Because I no more live
And I feel like I've never been free

But I know it's not true
I know I can make It through
And I can't be with you

Forgive me fears, stay by my side
For the last breath I take
I'm falling in to suicide.

Gostaram do soneto em inglês?

Au revoir.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Alone, forever alone.

Tava visitando o orkut, pra não deixar as pessoas sem avisos e sem respostas, eu tô numa daquelas épocas em que eu preciso me fechar, me reconstruir e passar por uma fase muito difícil, todo dia tem sido uma batalha, toda batalha tem sido uma chance de recuperar o sentido de viver.
Eu preciso me desviciar disso aqui também, pra ser sincero. A internet me puxa muito tempo, o computador é uma das únicas coisas que alivia a minha torrente dolorosa de pensamentos, que está sempre presente.
Bateu uma crise de inspiração, boa também pra repensar o efeito que esse blog tem na minha vida, quantas pessoas será que lêem? Sabe, é mó felicidade quando eu olho e vejo um ou dois comentários em um poema ou texto meu, mas é aquela felicidade boba e pobre, tipo esperar que a garota mais bonita da sala olhe pra você.
Enfim, não estou desmerecendo ninguém, a minha vida precisa mesmo é ser rearrumada, mas eu só consigo fazer isso isolado.
O amor teve um peso muito forte na minha vida esse ano, e moveu tudo de cabeça pra baixo. Graças a Deus, porquê eu já tinha me acostumado, e o preço de quem se acostuma é baixar a cabeça. Eu não posso nunca jamais baixar a cabeça, talvez outra pessoa que não eu.
É meio óbvio, mas dizer as coisas aqui é como dizer pra si mesmo.
Talvez uma forma, até meio utópica, de tentar estabelecer um contato.
De pensar que um dia, alguém iria se interessar por mim, conhecer o Adonay por completo, e mesmo assim amá-lo. Utopia ou não, é um belo sonho, não concordam?
Enfim, eu tô cansado de tristeza, e tudo o que existe ao meu redor é tristeza, o rock é a minha agressividade minha forma de alívio. Ou seja, estou tendo que fugir até da música.
Eu não sei pra onde eu estou indo, mas acredito que a direção seja a da luz, e que ficar parado seja muito pior que tentar.
Enfim gente, é isso. Meus caros leitores, meus utópicos leitores, obrigado pelo pouco que fizeram por mim. Não que se houvesse um milhão de visitas diárias mudaria muita coisa.
É, solitário, cheio de dores no passado. Meu coração tá mais pra colcha de retalhos que pra qualquer outra coisa.
Mas até uma colcha de retalhos esquenta as vezes, né?



Au Revoir, como sempre.

domingo, 16 de agosto de 2009

Alleine.

Alma solidão.

Eu não sei quem eu sou, eu não sei o que eu sou. Não sei se deveria saber. Não sei de nada, nenhum porque. Eu só sei do meu silêncio, do meu olhar de aço, dos meus braços de inverno, do meu abraço doloroso e fraterno. Eu sei que sou solitário, e nada mais. Eu sei que estou vivo, e nada mais.
Hoje eu sobrevivi mais um dia, mais um árduo e doloroso dia. Conversei com um menino que perdeu o amor pela vida, conversei com um homem que perdeu a luta pelo amor. Conversei comigo mesmo, que já nem sei quem sou.
Sobrevivi a minha família, esses seres estranhos e bizzarramente distantes, quem são eles? Quem são eles que viram eu me transformar em um abismo de frieza e dor e nada fizeram? Quem são esses seres loucos, perdidos em sua própria essência. Porque eles lutam para não me entender, será que é um medo do fundo da alma de saber que eu pareço com eles?
As pessoas tem medo de mim, ou tem medo de si mesmas?
Hoje eu sobrevivi a um dia, um dia de biologia e física. Hoje eu sobrevivi um dia, um dia de dor e angústia. Hoje eu sobrevivi a um dia, entre os milhares que já passei e os milhões que ainda virão. Alma imortal, alma solidão.
Hoje eu me encontrei com antigos fantasmas, que já não me seguem, e pude ver tudo o que se passou. Hoje eu reflecti, hoje eu enfrentei e desiludi uma dor que quis se alojar em meu coração, hoje eu vi a luz se dissipar no cair da noite, como uma criança que cai no sono.
E sobrevivi,
E que Deus me dê forças para continuar enfrentando, que minha fé me alimente ao longo dessa jornada, dessa árdua e prazerosa jornada chamada vida.
Hoje eu descobri que os homens podem amar ideais. Hoje eu descobri que sob a luz da noite, todos os homens são iguais.

Que Deus nos abençoe, e nos perdoe, pois nós não sabemos de nada.


Até setembro, Au revoir.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Alleine zu zweit.

Amiga.

Um ano,
Um ano que eu perdi o chão.
Um ano que o destino brincou
Com a minha paixão.

Um ano,
Um ano curando a ferida
Que a escuridão me deixou
E te chamando de amiga.

Um ano,
Um ano aonde o mundo nasceu,
Um ano onde tudo se transformou.
Um ano diferente do seu.

Um ano,
Em que o seu olhar me enfeitiçou
Como as ciganas das eras antigas
Um ano pra lembrar que o destino de novo nos apresentou
Nessa nova, e fatídica vida, onde eu apenas posso
Te chamar de amiga.


Die sind ein engel.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Alleine.

A dor e a distância.
Sobre um coração que foi capaz de amar.


Mais uma sonata, mais um funeral.
Mais uma noite espectral
Se arrastando através das sombras
Escuridão de um ideal.

Será que algum dia eu fui mais normal?
Desses que conseguem sentar-se a mesa,
E discutir sobre o jornal.
Será que ouve sinceridade nessa reza?

E enquanto jantamos o nosso silêncio
Meu coração bruta do fundo da ignorância
Como um sedento desavisado engole o veneno
E o mundo me arrasa com sua ânsia
De ver sempre algo ardendo...

Será que algum dia eu fiz parte?
Desse mundo cruel e sem disfarce
Será que eu fui sincero,
Ou estava apenas esperando a morte
Chegar mais perto?

Eu me sinto tão distante,
Como o pássaro que desafiou o firmamento
E ao subir, esqueceu o que o levava adiante
E provou a doce queda do sofrimento.

Será que eu já fui mortal?
Será covardia perguntar
Se meus versos já provaram algo doce,
Tão doce quanto a água do mar.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Alleine.

O mar da solidão.
Sobre um coração que sonha.


Quantas lágrimas eu chorei,
Sem poder esperar
Sem ouvir um som diferente
Do calmo barulho do mar.

Esse infinito foi meu amigo,
Meu presente e minha maldição
Foi o elo perdido
Entre minha alma e a solidão.

E quando o mar se revolta,
As ondas mudam a sinfonia
Que se mistura ao grito das gaivotas
É a doce sinfonia da vida.

Já se foram tantos anos,
Tão longe de serem concretos
Tão unicamente singelos,
Tão banhados de enganos.

Eu estou com o resto,
O que sobrou de
Apenas um coração partido
Em milhares de conchas do mar.

Quanto tempo ainda tenho,
Sufocado nessa monotonia
De ser um oceano inteiro
Sem uma única alegria.

sábado, 1 de agosto de 2009

Lodo.

Lodo-


Eu queria ser como a garça
que afunda no
pântano.
Eu queria só ficar morto,
Por um
encanto.

Ó mundo, ó mundo
Dê-me um segundo
Para eu terminar
de chorar o meu
pranto.