Quanta estupidez,
esses corpos recorbetos de vaidade.
Meninas matando a própria alma
Em plena flor da idade.
Quanta babaquice,
Todos correndo atrás de Hera.
Enquanto a amada meninice
Fica recoberta de merda.
Quanta morte,
Nessa vida tão desalmada.
A sociedade segue sem rumo
Bala sem testa marcada.
Podridão, egoísmo,
Eu tenho nojo de vocês.
Que vivem meia vida
Nesse pensamento burguês.
Como dizia Gregório,
O tempo imprime em toda flor a sua pisada.
E quando a beleza de vocês estiver esmagada,
Aonde caberá a maldita sensatez?
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