Queria que o dia não passasse em branco.
Mas passou.
Enfim,
tem aqui um poeminha bem legal, pra enfeitar o blog.
(é eu sei, eu to numa inércia fudida)
Estupidez de um devaneio.
Sôfrega, eterna dualidade,
Entre a doce imaginação
E o caos da realidade.
Doce, vã, ébrio.
Sorrir no cemitério,
Amar na cidade.
Oh, céus que rasgam em trovas!
Com tuas nuvens cheias de lágrimas
Vem sublimar de meu peito
Esse árido, cálido devaneio.
Oh morte que tarda a cair!
Na primavera de nossa idade
Aonde as rosas desabrocham
[covardes]!
Nefasto, são, suicídios.
Carpir no hospício,
Orar pela eternidade.
Dúvida cala-te.
Abasta-te deste covarde!
Aonde tudo é feito de dor,
Aonde o amor é mera
[Casualidade].
Au revoir.
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