Utopia do poeta
Longe se vai, sonhando demais. Mas onde se chega assim?
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Vagar dos bêbados
Sentimentos que vagam trôpegos,
Sempre em busca d'outra amada
São errantes como os bêbados
Que se amontoam nas ruas da Lapa.
Andarilhos pobres e sem rumo
Esbarram numa e noutra vontade
Acordam do sonho em susto
Pensam que nada foi verdade.
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