Poema da estrada.
Tão simples, tão próximo.
Que quase posso tocar no ócio,
Das nuvens congeladas pelo final da tarde
Para então condensar-se
E molharem a minha lápide.
Quase posso ouvir
O som do futuro se despedaçando,
O som do chão se molhando
Eternamente eu estive
Eu estive em um engano.
Então, grita!
Rasga o silêncio dos céus com tua fúria,
A fatalidade de meu olhar perdido no tempo
Apenas deixe-me atento
Para uma última loucura...
Poema escrito no próprio blog, sem muitas preocupações com nada.
Farewell. :*
"Poema escrito no próprio blog, sem muitas preocupações com nada."
ResponderExcluirUm dos mais sinceros talvez por isso; a poesia viva.
não me encantou mt como os outros costumam me encantar esse ultimo shu..
ResponderExcluirísis D