domingo, 12 de julho de 2009

Zero.

Poema da estrada.

Tão simples, tão próximo.
Que quase posso tocar no ócio,
Das nuvens congeladas pelo final da tarde
Para então condensar-se
E molharem a minha lápide.

Quase posso ouvir
O som do futuro se despedaçando,
O som do chão se molhando
Eternamente eu estive
Eu estive em um engano.

Então, grita!
Rasga o silêncio dos céus com tua fúria,
A fatalidade de meu olhar perdido no tempo
Apenas deixe-me atento
Para uma última loucura...


Poema escrito no próprio blog, sem muitas preocupações com nada.
Farewell. :*

2 comentários:

  1. "Poema escrito no próprio blog, sem muitas preocupações com nada."

    Um dos mais sinceros talvez por isso; a poesia viva.

    ResponderExcluir
  2. não me encantou mt como os outros costumam me encantar esse ultimo shu..
    ísis D

    ResponderExcluir