O que mede um amor,
É o tempo que ele dura?
Acho que é impossível dizer
O que é eterno ou não,
Durável ou não.
Talvez seja a intensidade,
Se for assim mil amores eu vivi.
Mas se tivesse vivido,
Tal vazio aqui não existiria.
Afinal, o que é o amor
Será que ele existe?
Não sei, nunca saberei.
Apenas vamos viver
Cada segundo de nossas vidas
E deixar as respostas para uma próxima,
Quem sabe.
sábado, 3 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Quem sabe medir o fogo das paixões...
Quem pode medir o tamanho dos sonhos
Quem pode saber o quanto vale uma vida.
Estranho,
Pois passamos a vida toda tentando medir tudo, tentando encaixar tudo perfeitamente mesmo sabendo que isso é impossível, seja buscando uma felicidade, paz ou até mesmo reconhecimento.
Eu, felizmente... Vou provar que isso é impossível.
Afinal, as coisas que mais nos afetam
São as impossíveis de serem medidas.
Let's put some fire on the circus.
Quem pode medir o tamanho dos sonhos
Quem pode saber o quanto vale uma vida.
Estranho,
Pois passamos a vida toda tentando medir tudo, tentando encaixar tudo perfeitamente mesmo sabendo que isso é impossível, seja buscando uma felicidade, paz ou até mesmo reconhecimento.
Eu, felizmente... Vou provar que isso é impossível.
Afinal, as coisas que mais nos afetam
São as impossíveis de serem medidas.
Let's put some fire on the circus.
sábado, 23 de janeiro de 2010
O que se é preciso?
Heresia.
Permaneço estático, atento
Nessa doce queda que é a vida,
Menina, se soubesses
Que amar não pode, o vento.
Seria um acaso,
Eu lhe entrego em pedaços
O que restou dos nossos erros.
Seria um descaso,
Eu me mostro um retalho
Da colcha dos meus medos.
Não vejo, não como, não digo.
Nada mais pode ser digerido
A verdade incólume permanece inalterada,
Até a hora de ser excretada.
Sempre sozinho, sou
Sempre sozinho eu sou
Sempre sou sozinho, eu sei
Q'adianta ser Rei
De um reino vazio?
A coroa vira uma piada,
Fantástica piada
Que permacerá inalterada
Até a hora de todos darmos risada.
Hahahhahahahahha.
Permaneço estático, atento
Nessa doce queda que é a vida,
Menina, se soubesses
Que amar não pode, o vento.
Seria um acaso,
Eu lhe entrego em pedaços
O que restou dos nossos erros.
Seria um descaso,
Eu me mostro um retalho
Da colcha dos meus medos.
Não vejo, não como, não digo.
Nada mais pode ser digerido
A verdade incólume permanece inalterada,
Até a hora de ser excretada.
Sempre sozinho, sou
Sempre sozinho eu sou
Sempre sou sozinho, eu sei
Q'adianta ser Rei
De um reino vazio?
A coroa vira uma piada,
Fantástica piada
Que permacerá inalterada
Até a hora de todos darmos risada.
Hahahhahahahahha.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Aurora Sublime.
Um novo amanhecer
Escondido atrás de cada palavra
A solidão passa a não ter,
Aquela mesma importância.
Todo um homem perdido,
Ilusões, medos e amigos.
Por trás de uma aurora sublime
Eu vejo o mundo girar.
Gire comigo,
Rode, dance ou esqueça.
Eu já não ligo
Pode ir, sou forte.
A solidão e o nada
São compania.
Toda uma vida,
Curta e interrompida.
Por lâmpejos de escuridão.
Sigo a rota esculpida
por minhas próprias mãos.
Por trás de uma aurora sublime,
Cego de luz, proucuro uma calma
Que simplesmente não existe.
Eu vejo o mundo, que persiste
Em refazer a mesma jornada.
Cada palavra, um ruído
Eu vejo uma vida abandonada
Ter novamente um sentido
Vêm comigo, Ah,
Eu já não ligo.
Escondido atrás de cada palavra
A solidão passa a não ter,
Aquela mesma importância.
Todo um homem perdido,
Ilusões, medos e amigos.
Por trás de uma aurora sublime
Eu vejo o mundo girar.
Gire comigo,
Rode, dance ou esqueça.
Eu já não ligo
Pode ir, sou forte.
A solidão e o nada
São compania.
Toda uma vida,
Curta e interrompida.
Por lâmpejos de escuridão.
Sigo a rota esculpida
por minhas próprias mãos.
Por trás de uma aurora sublime,
Cego de luz, proucuro uma calma
Que simplesmente não existe.
Eu vejo o mundo, que persiste
Em refazer a mesma jornada.
Cada palavra, um ruído
Eu vejo uma vida abandonada
Ter novamente um sentido
Vêm comigo, Ah,
Eu já não ligo.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Naufrágio.
Eu queria acreditar mais
Eu sou um incrédulo solitário
Apenas um navio no cais
Esperando o próximo naufrágio.
Aqueles que não provam o néctar
Doce e amargo da paixão,
Prostam se ao meu lado e choram
Como quem chora por um irmão.
São fantasmas, bandidos
Que me roubam qualquer esperança
Como os presentes proibidos
Que sempre quis quando criança.
Eu queria ter um sonho,
Que navegaria em todos os mares.
Agora, só aparecem tempestades
E eu permaneço no cais tristonho.
A morte, uma velha amiga
Estende novamento os braços,
Pois a minha vida, lentamente
Afunda como um barco...
Eu espero o naufrágio
De um sonho e nada mais
Apenas, um vago presságio
De futuros dias de paz.
Eu sou um incrédulo solitário
Apenas um navio no cais
Esperando o próximo naufrágio.
Aqueles que não provam o néctar
Doce e amargo da paixão,
Prostam se ao meu lado e choram
Como quem chora por um irmão.
São fantasmas, bandidos
Que me roubam qualquer esperança
Como os presentes proibidos
Que sempre quis quando criança.
Eu queria ter um sonho,
Que navegaria em todos os mares.
Agora, só aparecem tempestades
E eu permaneço no cais tristonho.
A morte, uma velha amiga
Estende novamento os braços,
Pois a minha vida, lentamente
Afunda como um barco...
Eu espero o naufrágio
De um sonho e nada mais
Apenas, um vago presságio
De futuros dias de paz.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A Busca.
Longe se vai, sonhando demais, mas onde se chega assim ?
Interminável proucura,
Não sei o que quero encontrar
Mergulho entre corais e medusas.
Atiro meu peito ao mar.
Indomável desejo,
Vastas águas de cobre
Eu sinto,
Gosto doce, vida e morte.
Sábio lâmpejo,
Um raio de luz no coração,
O oceano inteiro
Ou pura imaginação?
Glorioso Deus,
Tu me fizeste do Pó da Terra
Mas é no peito de Hera,
Que achei sonhos meus.
Incansável poesia,
Me carrega maré!
Sou o que não é
Uma agonia.
Interminável proucura,
Não sei o que quero encontrar
Mergulho entre corais e medusas.
Atiro meu peito ao mar.
Indomável desejo,
Vastas águas de cobre
Eu sinto,
Gosto doce, vida e morte.
Sábio lâmpejo,
Um raio de luz no coração,
O oceano inteiro
Ou pura imaginação?
Glorioso Deus,
Tu me fizeste do Pó da Terra
Mas é no peito de Hera,
Que achei sonhos meus.
Incansável poesia,
Me carrega maré!
Sou o que não é
Uma agonia.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A felicidade. (Parte final)
Aqui encerro a série de textos sobre a felicidade, todos em forma de poesia.
O último segredo para a felicidade é ter sempre uma boa lembrança..
Casa Velha
Essa casa velha
Não recebe uma alegria,
Tanto tempo, o tempo dormia
Debaixo daquele telhado.
Essa casa velha
Já a tanto desabitada
Sem crepúsculos ou alvorada
Ou mergulhos no lago.
Essa casa velha,
Cuja cerca branca amarelou
Está carente de amor
volta pra mim, volta.
Dedicado à todas as mulheres que um dia visitaram o coração do poeta que vos fala.
Que Deus esteja convosco.
O último segredo para a felicidade é ter sempre uma boa lembrança..
Casa Velha
Essa casa velha
Não recebe uma alegria,
Tanto tempo, o tempo dormia
Debaixo daquele telhado.
Essa casa velha
Já a tanto desabitada
Sem crepúsculos ou alvorada
Ou mergulhos no lago.
Essa casa velha,
Cuja cerca branca amarelou
Está carente de amor
volta pra mim, volta.
Dedicado à todas as mulheres que um dia visitaram o coração do poeta que vos fala.
Que Deus esteja convosco.
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